Lenta Senectude
   
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Começa em breve haver meia-noite
E com ela começa um quase sossego
Como se tudo fosse dormir
menos a dor que há em mim.
Vou à janela e não vejo estrelas
Minha cidade é assim, sem estrelas
Mas escuto ansiosamente os ruídos das ruas
Os duplos passos do andar de cima
Alguém que grita, uma garrafa que quebra
Um cão que uiva pra lua, que reina sozinha
Em um céu sem estrelas
Eu velo, sonolentamente escutando
a dor que há em mim.
Eu fico esperando, um sei lá o quê
antes que eu durma.
Qualquer coisa, que grite mais alto
do que a dor que há em mim.



Escrito por Paulo de Tharso às 00h30
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Meu bem
               (letra sem músika)

Se alguma coisa foi por que que não é?
Ser não é ser, então por que a questão?
Alguém tem a chave da porta do ser
Que possa abrir com razão
A inteligência do mundo?

O meu amor é profundo
Mas não é fecundo
O meu amor é profundo
Mas não é fecundo

Eu me enganei com a juventude perpétua
Vivi de sensações, de amores sem trégua
De tanto querer ser e por não haver de ser
Eu deixo sem lamentar, de lado o bem querer
Eu deixo sem lamentar, de lado tudo o que é ter.

O meu amor é profundo
No fundo é vagabundo
O meu amor é profundo
No fundo é vagabundo

Paulo de Tharso



Escrito por Paulo de Tharso às 23h07
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